Governo Brandão rescinde contratos e ferry velho proibido pela Marinha é o único autorizado a operar

Saiu no Diário Oficial do Estado do Maranhão da última quinta-feira (23) a anunciada rescisão contratual com as empresas Internacional Marítima e Celte Navegações. Os contratos foram rescindidos por iniciativa do Governo do Estado, via Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).

Com a concretização do distrato, as duas operadoras não podem mais realizar o transporte de passageiros e cargas entre o Terminal da Ponta da Espera, em São Luís, e o Terminal do Cujupe, no município de Alcântara.

A única contratada pelo Governo do Maranhão para realizar a travessa aquaviária que restou foi a Nazaré Confiança, responsável pelo ferry José Humberto, que, do alto dos seus 38 anos de fabricação, acumula três negativas para entrar em operação na Baía de São Marcos.

A empresa comandada por Carlos Bannach foi autorizada a operar em caráter emergencial no apagar das luzes do governo de Flávio Dino, em 30 de março de 2022.

Com a Internacional Marítima – única empresa que, efetivamente, prestava o serviço – fora do jogo e a Nazaré Confiança sem embarcação apta a realizar a travessia, ludovicenses e baixadeiros anseiam por saber como farão a travessia aquaviária já a partir deste sábado (25).

Fica a dúvida no (m)ar…

Com informações do Blog do Clodoaldo Corrêa

ATUALIZAÇÃO: A MOB informou que “as empresas Internacional Marítima e ServiPorto continuam prestando o serviço, por meio de autorização precária até que seja realizada uma nova licitação”.

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