O corte de faixas e o rasgo na liturgia

Que imagem poderia ilustrar melhor o tipo de política interiorana do século passado que se alastra pelas entranhas da esfera estadual que o descerrar das faixas que inauguraram, oficialmente, o Arraial do IPEM, na capital São Luís?

Patético pela própria natureza, o registro, que mostra um encabulado Paulo Velten em meio a secretários de Estado e aspones de toda sorte, é a síntese perfeita do que representa o governo-tampão de Carlos Brandão.

Rasteirice igual só se tem registros na era “pré-sarneozóica” – período de tempo situado antes da ascensão política de José Sarney. Abraçado aos mesmos, Brandão, que está fora do cargo há quase um mês, deixou os seus muito bem instruídos.

Poucas vezes se sentiu tanta vergonha alheia.

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