Governo Brandão quebra o Estado em nome de ufania do “Maior São João do Brasil”

Em meio ao caos, a festa. Escolhido como tábua de salvação de uma gestão com os dias contados, o São João do Maranhão, que começou ainda em maio e promete se estender até julho, consumirá R$ 25 milhões dos cofres públicos.

As cifras seriam irrisórias se o Estado estivesse abundando em dinheiro, mas a realidade econômica institucional é bem diferente. Só ao Bank Of América, o passivo é de R$ 600 milhões.

Com a iminência de tamanho desfalque, já que o banco pretende acionar o Governo Federal para que retenha os fundos destinados ao Maranhão para quitar a dívida, serviços básicos estão entrando em colapso a olhos vistos, sem que haja dinheiro em caixa para sanar os problemas.

Enquanto isso, o que resta está sendo aplicado na pasta comandada pelo vereador licenciado da capital, Paulo Victor. Titular da Secretaria Estadual de Cultura e rosto estampado da utopia de que se realizará o maior festejo junino do país por aqui, o novo pupilo da turma palaciana já se apresenta pela ruas de São Luís como o próximo prefeito da capital, contando com o suporte de um eventual novo governo de Carlos Brandão.

As matracas vão tocando, as zabumbas zurrando e o caos vai se instalando. Quem sobreviver, verá!

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