Para secretário Pitbull, “Frente Ampla” no estado dos outros é refresco

Crítico voraz de rede social, agora que comanda um reino esvaziado, Ricardo Cappelli se mostra favorável à união de siglas de diversos espectros políticos e personagens políticos distintos em uma chamada “Frente Ampla”. Desde que ela não se dê no Maranhão.

Incapaz de agregar a classe política maranhense – os apoios atuais à dupla Dino-Brandão em nada se devem a ele -, Cappelli range os dentes a cada força estadual que se congrega ao projeto político do atual líder das pesquisas, o senador Weverton (PDT).

Restou aos que seguem na malfadada nau palaciana a tentativa de nacionalizar a eleição, estratégia desvendada recentemente por outro adversário político, e a virulência digital que lhes é peculiar.

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