As 24 horas entre a publicação da primeira versão do Diário Oficial do Estado do Maranhão de quarta-feira (20) até a confirmação da prisão de Eduardo José Barros (Eduardo Imperador ou Eduardo DP) foram movimentadas nos bastidores palacianos.

Isso porque, neste período de tempo, ocorreram três trocas do documento – adicionando e suprimindo a informação de que a Construservice celebrara um novo contrato com o Governo do Maranhão, na ordem de 22 milhões de reais. 

Alguém que achou por bem não associar o governo-tampão de Carlos Brandão a um presidiário, decidiu retirar de circulação o D.O. Ao voltar com ele, já não se via a celebração contratual com a Construservice – um dos CNPJs de Imperador. 

Após repercussão da supressão da ata, feita pelo radialista Rogério Silva, eis que a versão que continha a polêmica nota retornou ao ar. 

O fato repercutiu especialmente em setores independentes da imprensa e no meio jurídico, já que a atitude é passível de punição sob a luz do direito. 

Seguimos aguardando a manifestação do sempre tão diligente procurador-geral de Justiça, Eduardo Nicolau.