Terno rasga ao meio e Dino se desespera com possibilidade de não virar ministro

A roupinha de ocupar assento na Esplanada dos Ministérios já estava pronta. No entanto, um rasgão de última hora atrapalhou os planos de Flávio Dino (PSB), que terá de esperar longos 27 dias para saber se vira ou não ministro, caso Lula vença Jair Bolsonaro em um segundo turno que será disputado de forma bélica.

Eleito senador neste domingo (02/10), Dino comemorou a vitória comedidamente, diante das incertezas que o cercam.

Se o ex-presidente não vencer o atual ocupante do Palácio do Planalto, Flávio terá de se contentar com o cargo para o qual foi eleito – mesmo sem a menor intenção de ocupá-lo.

O fazendo, se indisporá com Othelino Neto (PCdoB), atual presidente da Assembleia Legislativa e que negociou seu apoio em troca da primeira-suplência dinista para a esposa, Ana Paula Lobato (PSB), que teve de desfazer as malas já prontas para Brasília.

Ocupando o papel de senador de oposição a um eventual novo mandato de Bolsonaro, Dino enfrentará percalços com alguns dos colegas de Câmara Alta, igualmente eleitos no último domingo. Entre eles, Magno Malta (PL), Marcos Pontes (PL), Teresa Cristina (PP) e Sergio Moro (Podemos) – todos bolsonaristas de carteirinha.

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