Brandão pune Região Tocantina por sua baixa popularidade e falta de carisma 

Limitar a gratuidade no transporte coletivo semiurbano à Grande Ilha de São Luís, na eleição do próximo domingo, foi um ato de “caso pensado” feito pelo governador-tampão Carlos Brandão (PSB), já que esta é das poucas regiões importantes do estado onde ele tem vantagem eleitoral – ainda assim, limitado à capital e ao município de Paço do Lumiar. Com a restrição da medida, o inquilino temporário facilita o deslocamento apenas dos seus, aqueles que tendem a votar nele.

Entretanto, na Região Tocantina, onde a cúpula palaciana prevê uma derrota acachapante para Weverton Rocha (PDT) – principal óbice para os intentos Dino-brandonistas – a tarifa do transporte semiurbano deve ser cobrada normalmente, servindo de empecilho para a votação do próximo domingo (02/10).

Tentando impedir essa arbitrariedade, movida unicamente pela falta de popularidade e ausência de carisma do “poste” de Flávio Dino, o candidato pedetista recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) para que a operação “catraca livre” não seja condicionada exclusivamente ao documento de voto. Na solicitação feita ao órgão, Weverton pede que a gratuidade seja expandida a todos os eleitores do estado, garantindo isonomia no tratamento aos cidadãos maranhenses.

“Não se justifica qualquer discriminação entre cidadãos/eleitores do nosso Estado, e se há disponibilização autorizada de gratuidade nas linhas semiurbanas aos eleitores da Região Metropolitana de São Luís, não há motivo para que não haja também aos demais eleitores do Estado, sobretudo os da Região Metropolitana de Imperatriz, que engloba além de Imperatriz, as cidades de Amarante, Davinópolis, João Lisboa e Governador Edison Lobão todas ligadas a Imperatriz pela utilização de transporte de caráter semiurbano, ou seja, dentro daquela região metropolitana”, declarou Weverton no pleito realizado à Corte. 

Deixe uma resposta