Como será o amanhã?

Independentemente da resposta que as urnas trarão após serem devidamente apuradas, o Brasil que deposita seu voto e o país que conhecerá um novo eleito possuem uma operação matemática comum: a divisão.

Somos uma nação dividida ao meio e essa conflagração não cessará quando a meia-noite trouxer o dia 31 de outubro.

Enquanto povo, fomos colocados à prova. Primeiro, a fazer uma escolha no vasto deserto de uma dezena de postulantes. Depois, a tomar lado entre um ex-presidente e um presidente em exercício. O Brasil optou pelo “mal conhecido”, característica que cabe a ambos.

Cada um vota de acordo com os seus anseios individuais e visões de mundo, embora o peso de um governo se exerça sobre as cabeças de todos os brasileiros. Cabe ao mandatário eleito – ou reeleito – ter tal consciência.

Quanto ao amanhã? Responda quem puder…

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