Manutenção de escolas militares expõe diferenças entre Brandão e Camarão

Bastaram cento e poucos dias de governo para as vísceras mais acentuadas da relação entre o governador Carlos Brandão (PSB) e seu vice, Felipe Camarão (PT), se tornarem públicas e notórias.

A insistência do mandatário do Palácio dos Leões no modelo de escolas cívico-militares, em detrimento dos IEMAs e Escolas Dignas dos tempos de Camarão secretário-popstar de Flávio Dino, fere os brios do “número 2” e titular decorativo da Seduc.

“O homem das trocentas Escolas Dignas” tenta fincar uma bandeira ilusória de erradicação do analfabetismo, que não foi comprada por aquele que empunha a caneta.

Brandão, aliás, está mais preocupado em descobrir como irá bancar a expansão das escolas militares, que agradam ao eleitorado mais conservador e a ele próprio enquanto filosofia política.

Essa é apenas uma das fissuras existentes entre a dupla que foi colada com ‘superbonder’ por Flávio Dino, que já se convenceu de que o plano de manter o controle da máquina estadual após seus governos falhou miseravelmente…

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